Apesar dos objetivos serem os mesmos, a leitura e a escrita eletrônica assume uma dimensão completamente nova quando proporciona ao leitor uma maior interação e dinamicidade textual. Já que, tanto o computador quanto a internet quebram o espaço natural do texto que é a página impressa, e propõem uma leitura diferente através de uma interação mais ativa com a informação, e a exploração de novos significados com maior eficácia. E embora, costumamos subordinar a concepção que temos de leitura e escrita à natureza física e visual do meio em que elas se desenvolvem; e o livro impresso como o mais importante meio de difusão do conhecimento e o suporte das principais construções intelectuais, Com o avanço tecnológico e sua chegada nas escolas, dispõe-se hoje, de mais um meio de difusão e integração de conhecimento. O que é notório atualmente é que a linguagem habitual do livro, a literária, carregada de conotações, feitas por letras, sintaxe e morfologia, adquiriu uma inesperada importância com o advento da linguagem digital, já que a leitura não verbal da imagem que se move que tem cor e movimento, som e quem sabe até cheiro, tem dominado a cultura da leitura moderna. As novas formas de comunicação estão trazendo mudanças a algumas verdades estabelecidas, e essa questão talvez ganhe mais ênfase se refletirmos mais detalhadamente sobre como as novas tecnologias incorporam os antigos avanços tecnológicos e como essas mudanças promovem e demandam novos modos de interação com a leitura e o texto escrito. Por conseguinte, não podemos considerar o computador e suas ferramentas como uma ameaça constante ao uso da linguagem propriamente dita em sua forma literária e convencional, mas sim, como uma ferramenta de inovação para educação e o desenvolvimento lingüístico do indivíduo.
Segundo Alvarez (2003) , o texto eletrônico oferece um novo meio de leitura e de escrita, pelo qual o usuário pode interagir de maneira mais dinâmica com a informação; buscar e explorar significados com maior facilidade e eficiência; enfrentar o texto desde suas próprias necessidades e expectativas; vivenciar a experiência da aprendizagem por exploração e por descoberta. . Desta forma, ao refletir sobre a língua e sobre sua atividade textual pode-se relacionar e aplicar melhor ao uso que se faz da língua tanto oral, quanto escrita e de seus usos situacionais, como as variantes lingüísticas e sua relação com a linguagem. E com isso, rever a dicotomia entre o texto falado e o texto escrito ou até mesmo a cultura oral e a letrada, no intuito de refletir sobre as diferentes maneiras pelas quais, os avanços tecnológicos promovem alterações lingüísticas, é algo interessante de se ressaltar, já que a internet vem recriando essas novas formas de linguagem baseadas em termos usuais; como é o caso dos símbolos, emoticons, e as abreviações, que vem tornando-se comuns na comunicação virtual. Tais expressões são incorporadas naturalmente à nossa linguagem escrita por seu uso contínuo além de representar tanto atalhos para a comunicação quanto maneiras de expressar emoção online.
A Internet é uma porta aberta para o desenvolvimento, tanto da oralidade, quanto da escrita, e a cada acesso cria-se no internauta o desejo de continuar, e é nesse continuar que aprendizagem vai fluindo. Diante dessa troca de informações, percebe-se que o desenvolvimento da aprendizagem tanto flui espontaneamente quanto tem encantado os leitores virtuais, dos quais não estão interessados nos livros impressos, mas na busca de outras formas de leituras através da internet.
Segundo Xavier e Santos (2003), o hipertexto, construído eletronicamente, viabiliza a integração e a fusão de duas modalidades de uso da língua oral e a escrita. E é através dessa reflexão sobre a língua e sobre a atividade textual que os alunos poderão relacionar e aplicar melhor o uso que se faz da língua tanto oral, quanto escrita e de seus usos situacionais, como as variantes lingüísticas e sua relação entre si.
A compreensão das características que particularizam o texto escrito em meios eletrônicos certamente demanda uma reflexão sobre as diferentes maneiras pelas quais, historicamente, os avanços tecnológicos promoveram alterações na estrutura lingüística e nos diferentes modos de interação lingüística privilegiados em diferentes épocas e contextos. Porém, a leitura desenvolvida em suportes virtuais está veiculada a processos eletrônicos e linguagens codificadas, disponíveis nas páginas da internet ou em suportes magnéticos, por isso, o ato de ler é realizado de forma circunscrita tornando-se mais agradável e favorecendo a leitura individual.
Segundo Eni Pulcinelli (1999) em seu texto “O inteligível, o interpretável e o compreensível, a autora ressalva que a linguagem é um fenômeno complexo que tem sua especificidade num modo de funcionamento que se dimensiona no tempo e no espaço das práticas do homem. ” Diante disso, compreende-se como os avanços tecnológicos vem contribuindo para a implementação de novas formas lingüísticas para o desenvolvimento da leitura e escrita na internet.
A internet vem recriando essas novas formas de linguagem baseadas em termos usuais como é o caso dos símbolos e as abreviações, já citadas, que vem se tornando comuns na comunicação virtual; além de reconhecer que com o avanço da tecnologia dispõe-se hoje de diferentes formas de leitura e com isso pode-se proporcionar aos alunos maneira geral, o direito de descobrirem quais as formas ideais de se chegar ao saber, respeitando é claro, seu direito de escolha. Neste contexto, a leitura e a escrita eletrônica assumem de fato uma dimensão completamente nova.
GRACIENE ALVES DE FARIAS RODRIGUES
Segundo Alvarez (2003) , o texto eletrônico oferece um novo meio de leitura e de escrita, pelo qual o usuário pode interagir de maneira mais dinâmica com a informação; buscar e explorar significados com maior facilidade e eficiência; enfrentar o texto desde suas próprias necessidades e expectativas; vivenciar a experiência da aprendizagem por exploração e por descoberta. . Desta forma, ao refletir sobre a língua e sobre sua atividade textual pode-se relacionar e aplicar melhor ao uso que se faz da língua tanto oral, quanto escrita e de seus usos situacionais, como as variantes lingüísticas e sua relação com a linguagem. E com isso, rever a dicotomia entre o texto falado e o texto escrito ou até mesmo a cultura oral e a letrada, no intuito de refletir sobre as diferentes maneiras pelas quais, os avanços tecnológicos promovem alterações lingüísticas, é algo interessante de se ressaltar, já que a internet vem recriando essas novas formas de linguagem baseadas em termos usuais; como é o caso dos símbolos, emoticons, e as abreviações, que vem tornando-se comuns na comunicação virtual. Tais expressões são incorporadas naturalmente à nossa linguagem escrita por seu uso contínuo além de representar tanto atalhos para a comunicação quanto maneiras de expressar emoção online.
A Internet é uma porta aberta para o desenvolvimento, tanto da oralidade, quanto da escrita, e a cada acesso cria-se no internauta o desejo de continuar, e é nesse continuar que aprendizagem vai fluindo. Diante dessa troca de informações, percebe-se que o desenvolvimento da aprendizagem tanto flui espontaneamente quanto tem encantado os leitores virtuais, dos quais não estão interessados nos livros impressos, mas na busca de outras formas de leituras através da internet.
Segundo Xavier e Santos (2003), o hipertexto, construído eletronicamente, viabiliza a integração e a fusão de duas modalidades de uso da língua oral e a escrita. E é através dessa reflexão sobre a língua e sobre a atividade textual que os alunos poderão relacionar e aplicar melhor o uso que se faz da língua tanto oral, quanto escrita e de seus usos situacionais, como as variantes lingüísticas e sua relação entre si.
A compreensão das características que particularizam o texto escrito em meios eletrônicos certamente demanda uma reflexão sobre as diferentes maneiras pelas quais, historicamente, os avanços tecnológicos promoveram alterações na estrutura lingüística e nos diferentes modos de interação lingüística privilegiados em diferentes épocas e contextos. Porém, a leitura desenvolvida em suportes virtuais está veiculada a processos eletrônicos e linguagens codificadas, disponíveis nas páginas da internet ou em suportes magnéticos, por isso, o ato de ler é realizado de forma circunscrita tornando-se mais agradável e favorecendo a leitura individual.
Segundo Eni Pulcinelli (1999) em seu texto “O inteligível, o interpretável e o compreensível, a autora ressalva que a linguagem é um fenômeno complexo que tem sua especificidade num modo de funcionamento que se dimensiona no tempo e no espaço das práticas do homem. ” Diante disso, compreende-se como os avanços tecnológicos vem contribuindo para a implementação de novas formas lingüísticas para o desenvolvimento da leitura e escrita na internet.
A internet vem recriando essas novas formas de linguagem baseadas em termos usuais como é o caso dos símbolos e as abreviações, já citadas, que vem se tornando comuns na comunicação virtual; além de reconhecer que com o avanço da tecnologia dispõe-se hoje de diferentes formas de leitura e com isso pode-se proporcionar aos alunos maneira geral, o direito de descobrirem quais as formas ideais de se chegar ao saber, respeitando é claro, seu direito de escolha. Neste contexto, a leitura e a escrita eletrônica assumem de fato uma dimensão completamente nova.
GRACIENE ALVES DE FARIAS RODRIGUES